A obra de Edvard Munch, “O Grito”: de 1893, grande obra do Expressionismo Alemão. A inspiração para o quadro foi a própria infância do pintor norueguês: além de ter sido educado por um pai controlador, viu a mãe e a irmã morrerrem. Parou de falar com o pai e se dedicou à sua maior paixão: a pintura. Foi na na capital da Noruega, Oslo, que ele se firmou artisticamente.
Breve interpretação do quadro: como é do feitio do Expressionismo, não é o retrato que está em evidência e sim a expressão das idéias, do sentimento, a representação da dor: o pintor quis passar a sua dor pra quem batesse o olho no quadro. Sem falar do uso das cores: o céu pintado de laranja, uma cor quente, contrastando com o personagem angustiado e o rio azul ao fundo da tela. A falta do cabelo também é evidente, mostrando a saúde debilitada e o estresse causado pelas dores, pelos problemas. A dor do personagem é tão forte que o céu e o rio foram abalados. Só as duas pessoas ao fundo da tela e a ponte (que devia ser de concreto, de algodão doce é que não haveria de ser) não se entortaram.
Em suma, um dos quadros que eu mais gosto e que, com certeza daqui a alguns anos, será comprado por mim na Galeria Nacional de Oslo (aham Felippe, senta lá) – aí está a obra:
E aqui está a releitura feita (inconscientemente ou propositalmente) por Jim Parsons, o insano Sheldon Cooper da série Big Bang Theory no episódio 11 da 2ª temporada:
Penny: Sheldon, what did you do?
Sheldon: I know! It’s not enough, is it?
Here…
Mouhahah
Misturar Expressionismo Alemão com Séries de TV, quem curte?

0 comentários:
Postar um comentário